PIROPLASMOSE EM ÉGUA - RELATO DE CASO
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Palavras-chave

piroplasmose equina; hematozoário; cavalos;

Resumo

O objetivo do trabalho foi relatar o caso clínico de uma égua com piroplasmose aguda, analisando aspectos epidemiológicos e gravidade patológica da doença. Um Equino, fêmea, raça Quarto de Milha, 8 anos de idade, foi encaminhado ao Hospital Veterinário “Roque Quagliato” com queixa principal de tosse, secreção nasal, apatia, hipertermia e hemoglobinúria. A paciente já havia sido diagnosticada com Babesia spp. No exame físico, apresentava mucosas ictéricas, hipertermia e som maciço em percussão de seio paranasal direito. No hemograma, identificou-se anemia e em bioquímico, aumento do nível de enzimas ALT, AST e uréia. Na endoscopia, notou-se congestão de mucosa traqueal. Em pesquisa de hematozoário, confirmou-se presença de piroplasmas intraeritrocitários, e em urinálise, havia alteração da coloração. Após 15 horas de cuidados hospitalares, o paciente veio a óbito. O estudo da prevalência da piroplasmose equina é importante para determinação da situação epidemiologia e controle sanitário de locais que possuem criação de equídeos. Quando houver suspeita, é necessário contatar o médico veterinário responsável para dar início à terapêutica, uma vez que se trata de uma doença que pode acarretar em perdas, principalmente econômicas. Também deve ser considerada como um importante diagnóstico diferencial entre a espécie.

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